Post #425
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A destruição do comunismo e feminismo em Chernobyl (2019).
A série mistura personagens reais e ficcionais para retratar a tragédia radioativa e sua trama política.
Horas após a explosão do reator 4 da usina nuclear, o físico Valery Legasov é chamado para ir às pressas ao local avaliar a gravidade da situação e propor soluções. É auxiliado por Boris Shcherbina, vice-presidente do conselho de ministros da URSS.
O governo comunista oculta a dimensão dos estragos da população por dias, para não sujar a imagem da propaganda de competência exemplar da nação e não serem acusados pelo Ocidente de colocar milhões de vidas humanas em risco.
Mas cedo ou tarde os americanos e Europa ocidental detectam níveis perigosos de radiação e a URSS é obrigada a assumir o acidente, levando a evacuação de milhares de pessoas de Prypiat, cidade próxima à usina, forçadas a saírem somente com suas roupas do corpo, tendo inclusive seus animais domésticos deixados para ser abatidos durante a descontaminação.
O maior detalhe é que a maioria das vítimas de envenenamento radioativo são homens, bombeiros que atenderam o incêndio e tiveram mortes horríveis semanas depois, além de quase 1 milhão de homens, entre militares e civis, voluntários ou não, que ficaram dias recebendo doses letais de radiação o tempo todo, tudo para evitar que a usina explodisse totalmente ou derretesse até o lençol freático e contaminasse rios e mares por milhares de anos.
As mulheres que mais se arriscaram foram as enfermeiras que atenderam e tratavam dos feridos, enquanto 400 mineradores cavavam túneis debaixo da usina num calor de 50 ° celsius.
O fanatismo da doutrina do partido comunista escondeu o número real de mortos, e a espionagem da KGB intimidava quem pusesse em risco a qualidade dos equipamentos e ética dos líderes soviéticos.
Comunismo é isso, mentira, ameaças e manipulação o tempo todo, e os homens como sempre são os que mais se ferram em gravidade do sofrimento e quantidade de pessoas, anulando mais uma vez o mito do paraíso comunista e da suposta sociedade patriarcal que privilegia os homens e oprime as mulheres.
A realidade da natureza vence as ideologias.
@EstupidoCinema
A série mistura personagens reais e ficcionais para retratar a tragédia radioativa e sua trama política.
Horas após a explosão do reator 4 da usina nuclear, o físico Valery Legasov é chamado para ir às pressas ao local avaliar a gravidade da situação e propor soluções. É auxiliado por Boris Shcherbina, vice-presidente do conselho de ministros da URSS.
O governo comunista oculta a dimensão dos estragos da população por dias, para não sujar a imagem da propaganda de competência exemplar da nação e não serem acusados pelo Ocidente de colocar milhões de vidas humanas em risco.
Mas cedo ou tarde os americanos e Europa ocidental detectam níveis perigosos de radiação e a URSS é obrigada a assumir o acidente, levando a evacuação de milhares de pessoas de Prypiat, cidade próxima à usina, forçadas a saírem somente com suas roupas do corpo, tendo inclusive seus animais domésticos deixados para ser abatidos durante a descontaminação.
O maior detalhe é que a maioria das vítimas de envenenamento radioativo são homens, bombeiros que atenderam o incêndio e tiveram mortes horríveis semanas depois, além de quase 1 milhão de homens, entre militares e civis, voluntários ou não, que ficaram dias recebendo doses letais de radiação o tempo todo, tudo para evitar que a usina explodisse totalmente ou derretesse até o lençol freático e contaminasse rios e mares por milhares de anos.
As mulheres que mais se arriscaram foram as enfermeiras que atenderam e tratavam dos feridos, enquanto 400 mineradores cavavam túneis debaixo da usina num calor de 50 ° celsius.
O fanatismo da doutrina do partido comunista escondeu o número real de mortos, e a espionagem da KGB intimidava quem pusesse em risco a qualidade dos equipamentos e ética dos líderes soviéticos.
Comunismo é isso, mentira, ameaças e manipulação o tempo todo, e os homens como sempre são os que mais se ferram em gravidade do sofrimento e quantidade de pessoas, anulando mais uma vez o mito do paraíso comunista e da suposta sociedade patriarcal que privilegia os homens e oprime as mulheres.
A realidade da natureza vence as ideologias.
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