Os motivos para ele acreditar nisso:
Crise bancária: Bancos estatais lotados de empréstimos inadimplentes (não performados) e falidos na prática.
Empresas estatais ineficientes: Estatais obsoletas que pesavam sobre a economia.
Corrupção e descontentamento: Corrupção generalizada do Partido Comunista Chinês (PCC) e desgaste do tecido social tanto no campo quanto nas cidades.
Abertura à OMC: A entrada iminente da China na Organização Mundial do Comércio (OMC) forçaria uma concorrência estrangeira que a economia local não conseguiria suportar, desencadeando um colapso financeiro seguido pela queda do regime.
O livro tornou-se um exemplo clássico de previsões catastrofistas sobre o país (um gênero frequentemente chamado de China doomer analysis). Analistas apontam que, embora a China tenha enfrentado bolhas de endividamento, problemas imobiliários e desafios demográficos ao longo dos anos, a resiliência do controle estatal e da capacidade de financiamento impediu o colapso previsto
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